A estranha mulher saltou das páginas de Kafka e agora parece me perseguir.
Suas mãos continuam finas, a cintura já não é a mesma.
Os dedos perderam o destaque, agora são os olhos que lhe sobressaem: duas grandes minhocas prontas a fagocitar-me ao menor descuido.
A estranha mulher não é mais passivamente histérica, hoje ela estranhamente quica querendo assediar-me.
Secretamente rio de sua ignorância confrontando-a sem nenhum pudor e muito gosto com Sophia.
A estranha mulher é tomada pela Hybris.
Seu desejo é tornar-se toda minhoca.
Pobre mulher...
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